Novamente e repetidamente estou EU aqui, afirmando, chorando, lamentando, me jogando nas lamúrias.
Que enfado viver, que pedante é a vida.
Estou assustada com o tempo que consegui fingir não sentir isso, acho que é culpa da sua distancia, quando aqui estás tudo é tão mais claro, a verdade deslavada beijada no rosto.
Laís, nunca serei como quem sorri com tudo, infelizmente, está na hora de andar em novidade de interior, ou seja, andar na morte.
Com amor e saudades
Carnaval de 2015
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